quarta-feira, 24 de agosto de 2011
24 de agosto de 1992 – CPI abre caminho para impeachment de Collor
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Agosto de 1969 - Festival de Woodstock: uma maratona cultural pelo amor e pela paz
domingo, 7 de agosto de 2011
Uma perda para a esquerda brasileira
Neste dia 7 de agosto de 2011, a esquerda brasileira, especialmente a fluminense, perdeu um de seus mais bem humorados militantes. O companheiro Flávio Loureiro, era jornalista, foi fundador do Partido dos Trabalhadores. Dirigiu a Secretaria Geral e de Assuntos Institucionais do PT do Rio de Janeiro.
Socialista, ingressou na Articulação de Esquerda no final dos anos 90, sendo membro de várias direções estaduais e da direção nacional. Foi editor do jornal Página 13.
Trabalhou nos jornais dos sindicatos dos arquitetos, metalúrgicos, metroviários; criou e organizou o jornal da Federação das Associações de Moradores de Nova Iguaçu; foi editor do jornal Público do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal, Sintrasef. Atuou como jornalista, também, na Bloch Editora e no Jornal do Comércio.
Atualmente era chefe de gabinete da deputada estadual Inês Pandeló (RJ).
Como ele mesmo definia em seu blog – Blog do Flavio Loureiro – é “pai de um lindo casal de filhos, avô, um apaixonado integrante da nação rubro negra e um observador atento do Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira”. Seguramente, com a sua partida, a esquerda ficará menos festiva e aguerrida.
Em seu blog, além de postar notícias e artigos sobre política atual, também dava dicas sobre atividades culturais nos finais de semana carioca. Há dois meses, Flávio escreveu que daria uma pausa na postagem do Blog, inclusive das “Dicas”. O texto, que acompanhava uma foto com violão e banjo, dizia ainda: “Desde já agradeço as mensagens que recebi de congratulações pela passagem dos meus 53 anos de vida, muito felizes e bem vividos, completados no dia 18 de junho”.
Este era o companheiro Flávio Loureiro: uma cara de bem com a vida! Talvez por isso não saibamos como lidar com a sua morte.
É Flávio, seus textos, suas dicas, o seu companheirismo, e o seu jeitão bem humorado, vão nos fazer falta!
E, como já foi dito em algum lugar: Ao Flávio, que gosta de samba e é da torcida do Flamengo, aquele abraço!
sábado, 16 de julho de 2011
Romaria dos Mártires da Caminhada
Companheiros e companheiras da caminhada,
Acontecerá nos dia 16 e 17 de julho de 2011 em Ribeirão Cascalheira - MT, na Prelazia de São Félix do Araguaia, a ROMARIA DOS MÁRTIRES DA CAMINHADA, com o tema: TESTEMUNHAS DO REINO. A romaria é dedicada à memória daqueles/as que foram mortos/as defendendo a vida. É um encontro que também celebra as causas: indígena, a de negro/as, mulheres marginalizadas, meninos e meninas de rua, dos operários. Os participantes da caminhada renovam seu compromisso com as lutas pela Vida e pela Justiça
Neste sentido como nós somos fruto de uma pastoral do meio popular que tem suas raízes na luta do povo e na teologia da libertação, seremos também nesse momento de celebração força na caminha e oração na luta.
Representaremos a Pastoral da Juventude do Meio Popular com uma equipe representada pela Coordenação Nacional da PJMP (CN), Coordenação Nacional de Assessores da PJMP (CNA) e Equipe Nacional de Serviço da PJMP (ENS).
Sairemos de Goiânia na sexta feira próxima e retornaremos no domingo.
Neste momento de grande concentração de fé, esperança, oração e construção do reino de justiça e de paz, seremos sal e luz, ternura e resistência nessa longa e linda caminhada dos/as mártires.
André Silva
Equipe Nacional de Serviços da
Pastoral da Juventude do Meio Popular
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Dia Mundial do Rock in Roll
Com o propósito de atrair a atenção mundial para a miséria na Etiópia, artistas consagrados do rock mundial uniram-se numa maratona musical, o Festival Live Aid, que aconteceu simultaneamente em Londres e Philadelfia. A versão inglesa foi aberta ao som da banda militar tocando "God Save The Queen" para 80 mil pessoas no estádio de Wembley. A versão americana, no estádio John Kennedy, com mais de 90 mil pessoas presentes, reviveu Woodstock ao som de"Blowing the Wind".
Durante 16 horas de música, o rock foi a genuína filantropia reunindo artistas como Mick Jagger, Tina Turner, Duran Duran, Santana, Bob Dylan, The Who, Queen. O espetáculo foi transmitido em 160 países, e acompanhado por 2 bilhões de espectadores. A arrecadação atingiu o patamar de 40 milhões de dólares. E um curioso recorde: Phil Collins voou de Concorde da Grã-Bretanha aos EUA, tornando-se o primeiro músico a se apresentar no mesmo dia em dois continentes.
A atitude solidária deste acontecimento foi exemplo e motivação para novas iniciativas, fazendo com que o dia 13 de julho entrasse para a História como o Dia Mundial do Rock.
A História do Rock
Inspirado no grito do negro, que veio para a América como escravo e influenciou a sociedade norte-americana com a sua musicalidade, e na música country, que representava o sofrimento dos pequenos camponeses, o rock’n’roll surgiu nas primeiras décadas de 1950, nos Estados Unidos. Era uma de acirrada disputa entre o capitalismo e o comunismo. Nomes como Little Richard, Bill Haley & The Comets com “Rock around the clocks”, Chuck Berry entoando “Johnny B. Good” e “Maybellene” são os primeiros sucessos do gênero, que se consagraria na voz de Elvis Presley: o Rei do Rock.
Nos anos 60, foi a vez de um grupo inglês estourar no mundo inteiro. Os Beatles, um quarteto de rapazes de Liverpool, enlouqueceram platéias nos cinco continentes. Nesta década também o rock passou a ter uma atitude mais politizada e contestadora. Surge a contra-cultura, e seu auge é o Festival de Woodstock, nos EUA. Nessa época destacam-se também os Rolling Stones , The Doors, Jimi Hendrix entre outros.
Durante a história do rock’n’roll, inúmeros artistas fizeram história surgindo vertentes como o progressivo e o punk rock: The Animals, Bob Dylan, Led Zeppelin, The Doors, Budy Holly, Sex Pistols, The Who, Jimmy Hendrix, Black Sabbath, Led Zeppelin, Pink Floyd, Yes, Genesis, Kiss.
Os anos 80 são marcados por uma diversificação gradativa do rock. Embora muitas bandas desta época cultivarem um forte apelo contestador, muitos críticos lamentam a descontinuidade do puro rock n roll. É a vez do Pop Rock e da New Wave fazerem sucesso ao ritmo do The Cure, New Order, Bon Jovi, Talking Heads, The Clash, e The Police. No Brasil surgem bandas que fazem sucesso até hoje, como os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial e Ira!.
Atualmente o rock convive com muitos estilos e influências. Houve fusão com praticamente todos os ritmos existentes, até mesmo com o samba, ao suíngue de Jorge Ben. E muitos outros instrumentos musicais se juntaram às guitarras, baixos e baterias. Elementos eletrônicos também são muito utilizados e várias releituras são feitas, mas as características que identificam o rock são eternas. Já diziam os Rolling Stones: "its only rock n roll, but I like it"!
Dia Mundial do Rock in Roll
Com o propósito de atrair a atenção mundial para a miséria na Etiópia, artistas consagrados do rock mundial uniram-se numa maratona musical, o Festival Live Aid, que aconteceu simultaneamente em Londres e Philadelfia. A versão inglesa foi aberta ao som da banda militar tocando "God Save The Queen" para 80 mil pessoas no estádio de Wembley. A versão americana, no estádio John Kennedy, com mais de 90 mil pessoas presentes, reviveu Woodstock ao som de"Blowing the Wind".
Durante 16 horas de música, o rock foi a genuína filantropia reunindo artistas como Mick Jagger, Tina Turner, Duran Duran, Santana, Bob Dylan, The Who, Queen. O espetáculo foi transmitido em 160 países, e acompanhado por 2 bilhões de espectadores. A arrecadação atingiu o patamar de 40 milhões de dólares. E um curioso recorde: Phil Collins voou de Concorde da Grã-Bretanha aos EUA, tornando-se o primeiro músico a se apresentar no mesmo dia em dois continentes.
A atitude solidária deste acontecimento foi exemplo e motivação para novas iniciativas, fazendo com que o dia 13 de julho entrasse para a História como o Dia Mundial do Rock.
A História do Rock
Inspirado no grito do negro, que veio para a América como escravo e influenciou a sociedade norte-americana com a sua musicalidade, e na música country, que representava o sofrimento dos pequenos camponeses, o rock’n’roll surgiu nas primeiras décadas de 1950, nos Estados Unidos. Era uma de acirrada disputa entre o capitalismo e o comunismo. Nomes como Little Richard, Bill Haley & The Comets com “Rock around the clocks”, Chuck Berry entoando “Johnny B. Good” e “Maybellene” são os primeiros sucessos do gênero, que se consagraria na voz de Elvis Presley: o Rei do Rock.
Nos anos 60, foi a vez de um grupo inglês estourar no mundo inteiro. Os Beatles, um quarteto de rapazes de Liverpool, enlouqueceram platéias nos cinco continentes. Nesta década também o rock passou a ter uma atitude mais politizada e contestadora. Surge a contra-cultura, e seu auge é o Festival de Woodstock, nos EUA. Nessa época destacam-se também os Rolling Stones , The Doors, Jimi Hendrix entre outros.
Durante a história do rock’n’roll, inúmeros artistas fizeram história surgindo vertentes como o progressivo e o punk rock: The Animals, Bob Dylan, Led Zeppelin, The Doors, Budy Holly, Sex Pistols, The Who, Jimmy Hendrix, Black Sabbath, Led Zeppelin, Pink Floyd, Yes, Genesis, Kiss.
Os anos 80 são marcados por uma diversificação gradativa do rock. Embora muitas bandas desta época cultivarem um forte apelo contestador, muitos críticos lamentam a descontinuidade do puro rock n roll. É a vez do Pop Rock e da New Wave fazerem sucesso ao ritmo do The Cure, New Order, Bon Jovi, Talking Heads, The Clash, e The Police. No Brasil surgem bandas que fazem sucesso até hoje, como os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial e Ira!.
Atualmente o rock convive com muitos estilos e influências. Houve fusão com praticamente todos os ritmos existentes, até mesmo com o samba, ao suíngue de Jorge Ben. E muitos outros instrumentos musicais se juntaram às guitarras, baixos e baterias. Elementos eletrônicos também são muito utilizados e várias releituras são feitas, mas as características que identificam o rock são eternas. Já diziam os Rolling Stones: "its only rock n roll, but I like it"!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Pressão de trabalhadores rurais conquista recuperação de escola em Nova Iguaçu
Por Alan Tygel e Vicente Nepomuceno
“Você entrava na escola, só via mato. Só tinha um caminho por onde as crianças passavam, o resto era tudo mato.”
É assim que Romário Silveira Machado, novo diretor da Escola Municipal Campo Alegre, na Baixada Fluminense, descreve o estado do local há cerca de um mês, quando assumiu o cargo.
A equipe de professores da escola já havia feito diversos ofícios denunciando a situação de abandono das instalações, todas elas ignoradas pelo estado. Após forte pressão do MST e da CPT sobre a prefeitura de Nova Iguaçu, a Secretaria de Educação nomeou o novo diretor.
“Aqui já teve mais de 400 alunos. Quando entrei, tínhamos 50. A escola disputava crianças com uma ONG italiana, que oferece comida, coisa que nem sempre tinha aqui”, conta Romário.
Campo Alegre é mais uma área emblemática na luta pela terra no Estado do Rio. Ocupada em 1984 por cerca de 3000 famílias de trabalhadores organizadas pela Comissão Pastoral da Terra, a área até hoje não tem qualquer tipo de regularização fundiária. Este vazio judicial prejudica toda infra-estrutura do local, além de inviabilizar o acesso ao crédito pelos agricultores.
O acampamento tem parte do território no município de Nova Iguaçu, e outra em Queimados. A área é grande, e por isso dividida em 6 regionais, cada qual com sua associações de moradores.
Estima-se a população hoje em 1200 famílias, mas a falta de dados mais precisos sobre o local também revela o descaso do poder público. A estrada de acesso é péssima, e o ônibus passa de hora em hora. O melhor meio de locomoção é mesmo a bicicleta, com a qual é possível vencer mais facilmente dos buracos e lamaçais.
Construindo uma Escola do Campo
A equipe de trabalhadores da escola conta hoje com 11 pessoas. Além do diretor Romário, atuam na direção a coordenadora político-pedagógica Cláudia e a orientadora educacional Alessandra. As professoras regentes são Janete Aníbal (que também é incentivadora da palavra), Isabel Alves e Joelma.
Quem cuida da merenda dos estudantes são Dona Zélia, Dona Maura e Dona Marli, que atuou na época da ocupação da área, e conhece bem a história de luta pela terra. O vigia Sebastião também é presidente do Conselho Escolar, e o motorista Fernando é chamado de “anjo da guarda”, já que além de levar as crianças na kombi, contribui de diversas formas.
Esta equipe tem hoje um grande desafio: disseminar o conceito de educação do campo entre professores e alunos, e reconstruir a escola com comunidade, a partir da valorização da cultura local e do diálogo entre escola e comunidade.
A tarefa não é fácil, mas em 15 dias da nova direção já se sente que algo mudou. “A primeira coisa foi capinar o terreno da escola. Fomos com os alunos no mato pegar bambus, e já temos um campo de futebol.” Apenas com essa medida, alunos que antes ficavam apenas pela manhã mudaram para o período integral. “Eles já sentem um pouco mais que a escola é deles.”
Outra medida inicial foi bater de casa em casa para conhecer a comunidade e verificar se havia crianças que não estavam frequentando a escola. Nestas visitas, percebeu que muitas famílias não plantam e nem ao menos têm horta em casa. Num local onde a população tem renda muito baixa, este dado é preocupante.
Por isso, a reconstrução da horta é uma das prioridades do momento. Para isso, e a escola conta com a ajuda de Suellen Carvalho, estudante do curso de pedagogia do campo na UFRRJ, e militante do MST. O objetivo é que, depois que os estudantes tomarem contato com a horta na escola, comecem a fazer hortas nas suas casas, com supervisão dos professores. Desta forma, escola e comunidade se aproximam cada vez mais, tornando-se algo indissociável, como sempre deveria ser.
Abandono
A situação do imóvel da escola é péssima, e a necessidade de uma obra é urgente. A escola, uma espécie de CIEP (conhecida como Brizolinha), não recebe uma reforma desde que foi construída, nos anos 1980. A fiação desencapada já fundiu-se com a estrutura metálica das paredes, que dão choque.
O abandono, no entanto, não é somente da escola. A menos de cinco minutos da escola, avista-se um galpão abandonado – a Cooperativa Agrícola do Mutirão de Campo Alegre. A Cooperativa foi criada entre o final da década de 1980 e o início da de 1990. Segundo a lideranças locais, na ECO 92, a Cooperativa forneceu doces em compotas para o evento. Foi seu auge. Em 1996, já tinha sido desarticulada. Os tratores não se adaptaram ao tipo de solo muito pedregoso da região, e não tiveram como consertá-los. A ONG e seus dirigentes foram para a Itália, deixando uma dívida que hoje beira R$200.000,00.
O espaço é amplo: um galpão de cerca de 500m2, e mais um conjunto de 5 salas de cerca de 10m2. Nestas, pode-se ver pelas frestas da janela uma série de equipamentos abandonados, alguns deles parecendo um antigo consultório dentário. O espaço deve tornar a cumprir sua função social, e pode trazer muitas alternativas para a escola.
Galpão Abandonado da Cooperativa Agrícola do Mutirão de Campo Alegre
Retomada
Em 15 dias da nova direção, a escola já conseguiu trazer mais 12 alunos. A coordenação e os professores sabem que as primeiras medidas tomadas foram importantes para levantar o ânimo da escola, mas não são suficientes para consolidar um projeto de escola do campo.
Para isso, um passo fundamental é o resgate da história de luta do local. Aqueles que participaram da ocupação da fazenda em 1984 já têm filhos e até netos na área. E se lembram com carinho dos tempos em que o acampamento produzia grandes quantidades de quiabo e aipim.
Um dos projetos para o segundo semestre é a produção de um livro didático, que conte a história de Campo Alegre. Uma história de conquistas bonitas, mas também de perdas que devem sempre ser lembradas. No dia 19 de maio de 2009, Oséias José de Carvalho foi assassinado por pistoleiros quando participava da ocupação 17 de Maio, em Nova Iguaçu. Oséias ajudou na luta por Campo Alegre, e deixou para a comunidade, além de seu lindo exemplo de luta, a filha Suellen, que hoje trabalha na escola.
E assim vai surgindo uma nova escola do campo. Com dedicação, amor à profissão, respeito às crianças e às famílias, e acima de tudo, um incontrolável desejo de mudança. Perguntado sobre a missão da escola de Campo Alegre, Romário responde:
“Para o Estado, temos a função de formar cidadãos para integrá-los à sociedade. Essa é a função para a qual fomos formados, concursados e contratados pelo Estado. Contudo, embora recebamos do Estado para promover essa educação, estamos tentando desenvolver outra educação.”
“Percebemos que integrar cidadãos a essa sociedade seria perpetuar um mundo de desigualdades, injustiças, exclusão, fome, desemprego, violência, destruição ambiental… Portanto, antes de formarmos cidadãos integrados ao mundo atual devemos nos formar enquanto cidadão críticos do mundo atual.”
“Para isso, devemos trazer os sujeitos da aprendizagem para o centro do processo. Devemos resgatar as propostas históricas dos movimentos sociais, as propostas derrotadas pelo sistema, propostas da luta dos trabalhadores, das ligas camponesas, dos movimentos em luta por saúde, saneamento, moradia, emprego, agroecologia, democracia…”
Romário Silveira Machado, diretor da escola
“Ressuscitar essas propostas é também ressuscitar a história de tantos companheiros que tombaram nas lutas pela terra, contra a ditadura. É dar vigor à nossa juventude e conhecimento para que percebam que a saída para os problemas atuais da nossa sociedade não está no atendimento das nossas necessidades individuais, mas nas nossas necessidades coletivas. Portanto, a saída deve ser coletiva. A reorganização de coletivos de jovens, idosos, trabalhadores que lutem por direitos econômicos, sociais e políticos é a nossa missão nesse momento.”
“A implementação da Educação do Campo, entendida como uma conquista dos povos do campo (MST, povos da floresta, quilombolas, caiçaras, …) é essencial e fundamental para atingirmos nossos objetivos, uma vez que já possuímos diretrizes operacionais reconhecidas pelo Sistema Educacional e que nos dão uma ampla margem de atuação junto com os movimentos sociais. Ocorre que, o convencimento dos professores mantidos pelo estado de que podemos atuar dessa forma é a minha principal tarefa nesse momento, como gestor/militante. Para isso, estou contando com a ajuda de intelectuais orgânicos da Universidade, com lideranças do MST e com todos que quiserem entrar nessa luta conosco!”